ENTRETENIMENTO

Série para se inspirar: The Bold Type

theboldtype2.JPGThe Bold Type é uma série do gênero comédia dramática que foi criada por Sarah Watson e lançada em 2017. A primeira temporada tem 10 episódios e recentemente saiu a segunda.

Resumo da primeira temporada: 

A série gira em torno de três amigas que moram em Nova York e trabalham na mesma revista em cargos diferentes: Scarlet Magazine. Jane Slogan (Katie Stevens) foi promovida como redatora e produz matérias que sempre abrangem alguma questão relacionada a mulher e a política. Kat Edison (Aisha Dee) é a diretora da mídia social da empresa. Sutton Brady (Meghann Fahy) trabalha como assistente, mas sonha em conquistar uma vaga no departamento de moda.

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Jacqueline Carlyle (Melora Hardin) é a editora chefe da revista que, ao mesmo tempo que é durona, também se preocupa com o bem-estar das meninas.

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Jane é solteira e busca encontrar um amor, embora saiba viver bem sem ele. A Kat está vivendo um período de descoberta com a sua sexualidade quando se encontra interessada por uma mulher. A Sutton vive uma situação mais complicada por se relacionar secretamente com um homem mais velho e de um cargo superior dentro da empresa, Richard Hunter (Sam Page).

Richard e Sutton
Richard e Sutton

A série me chamou muita atenção por se tratar de questões sociais, principalmente o feminismo. O tempo todo há críticas à sociedade e a forma como ela se porta diante dessas questões. Em algumas situações pude perceber claramente o empoderamento feminino. A Kat se questiona muito do por que da restrição do corpo da mulher. Elas também levantam questões sobre o prazer feminino que, muitas vezes, é ignorado.

Nos relacionamentos também é possível observar a liberdade que elas têm e sabem disso. A Jane tenta se relacionar com dois homens ao mesmo tempo, já que está ciente de que o seu primeiro parceiro não sai apenas com ela. Ela não vai a fundo nisso porque percebe que não é isso que quer, mas é legal ela se sentir livre para fazer escolhas. Ah, não preciso nem comentar sobre a Kat né? Iniciando um relacionamento gay sem se importar com as críticas alheias.

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A amizade delas é de se admirar. Elas fazem tudo uma pela outra e, onde quer que estejam, se unem na mesma hora em que uma precisa. Elas entendem o valor real de uma amizade e não se abalam por pouca coisa.

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Recomendo essa série pra quem busca se entreter e ao mesmo tempo extrair aprendizado. Ela realmente tem muito conteúdo para oferecer. Não poderíamos esperar menos de mulheres fortes e corajosas nos representando.

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Caso assista, deixe nos comentários o que achou!

Até a próxima!

DICAS, ENTRETENIMENTO

4 bons motivos para ter um diário

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Todas as pessoas deveriam ter um diário, todas, sem exceção. É bobagem pensar que ter um é algo infantil. Tenho alguns diários guardados que fiz durante anos, mas assim que a vida ficou mais corrida e que comecei o blog, fiz daqui o meu próprio diário virtual. Separei alguns motivos que acho válidos para começar um diário e espero que eles sirvam de incentivo para você.

1. Eternizar memórias 
Você sempre terá registrado os detalhes dos dias mais marcantes que você viveu e assim, sentirá exatamente as mesmas sensações daqueles momentos. Digo por mim, com o tempo algumas memórias foram ficando mais fragmentadas e outras até se perderam, mas lendo as descrições que fiz de lugares, pessoas e situações, posso sentir o que se passava dentro de mim naquele período.

2. Comparação com si mesmo
Num diário você registra os seus pensamentos e opiniões sobre as coisas da vida e relendo o que você já escreveu depois de algum tempo, você pode ver como você mudou. Também é possível perceber que a forma como você agiu em algumas situações não seria a mesma do momento atual, o que faz parte do seu crescimento.

3. Autoconhecimento
Se existe uma forma de se conhecer melhor do que escrevendo sobre você e as suas emoções, sorry, ainda não descobri. No papel você se abre e escreve exatamente o que quer, sem se preocupar com o que os outros vão achar, afinal, aquilo é para você. É nesse processo de “escrita sincera”, eu diria, que você percebe quem é você diante do mundo.

4. Desenvolver o hábito da escrita
Escrever frequentemente fará com que você aprimore a sua escrita e aumente o seu vocabulário. É claro que você não precisa saber escrever bem e nem utilizar uma linguagem super culta, o importante é escrever com o coração e mostrar os seus sentimentos mais reais.

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Não se preocupe se não conseguir escrever exatamente todos os dias no seu diário, mas tente registrar tudo sempre que possível. Pense que ele é um pedacinho de você e faça ele livremente. Cole recortes de revistas, fotos, citações de livros, letras de música, o que tiver vontade. Se jogue!

ENTRETENIMENTO

Resenha do livro: Você é Insubstituível

Ano passado participei de um Concurso de Leitura e relatei a minha experiência com esse livro maravilhoso. Ele me trouxe ensinamentos que seria um desperdício guardá-los só para mim. Já sou fã desse autor há um bom tempo, todos os seus livros mudaram a minha vida de alguma forma. Esse, em especial, trata bastante a questão do autoconhecimento e da autoestima, que são temas super do meu interesse, por isso achei importante ressaltá-lo aqui no blog.

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1.  O autoconhecimento tão importante quanto qualquer descoberta
Só temos a ganhar quando passamos a dedicar mais tempo ao nosso autoconhecimento. Ele tem o poder de mudar o nosso ponto de vista sobre nós mesmos, juro, além de nos auxiliar a fazer uma grande descoberta, aquela que o conhecimento cientifico não é capaz, a descoberta da nossa identidade.

2. O nosso interior é a nossa casa
Diante disso, devemos cuidar do que há dentro de nós assim como cuidamos do nosso lar, verificando constantemente o que está armazenado no nosso coração, para que, assim, consigamos realizar as chamadas “faxinas internas”, aquelas que libertam de sentimentos ruins e renovam a alma, que trocam o rancor pelo perdão, a intolerância pelo respeito e o ódio pelo amor.

3. Temos uma força inimaginável dentro de nós
Aprendi que não precisamos nos sentir pequenos e frágeis diante das barreiras que nos assustam e, às vezes, nos paralisam, pois há, em cada um de nós, uma força inimaginável. Mesmo falhando, é melhor errarmos tentando do que errarmos por nos omitir.

4. Felicidade é processo 
Ela não se encontra no prazer imediato, pois é processo e construção. Para alcançá-la, é necessário o gerenciamento dos pensamentos e a educação das emoções, visto que somente se estivermos em paz, conosco e com os outros, conseguiremos desfrutar da vida de uma forma única e fazermos com que uma pequena flor seja um espetáculo aos nossos olhos.

Apesar de curtinho, esse livro me provou que sou melhor do que imaginava ser, que sou capaz de lutar pelos meus sonhos e que tudo depende do quanto eu me permito ir além. Que todos nós somos insubstituíveis, pois cada um de nós possui algo de especial que é aquilo que nos difere um dos outros.

Super recomendo que todos tenham uma experiência de leitura com ele. Com certeza vai mudar a percepção de cada um sobre si mesmo e resgatar o que há de melhor.

Até a próxima!

ENTRETENIMENTO

Resenha: os dois livros que me ensinaram a levar a vida de forma leve

Livros de autoajuda, diferente da imagem que algumas pessoas têm deles, não são úteis só para aqueles que enfrentam grandes problemas e buscam soluções a todo custo, eles nos ajudam a crescer espiritualmente e a aprofundar o nosso autoconhecimento. Sempre fui uma grande fã de livros dessa categoria, acredito que eles mudaram muito a minha forma de ser e de ver o mundo.

Hoje eu trouxe recomendações de dois livros que transformaram a minha vida e as principais lições que extrai deles. Ao elaborar esse post, observei que não seria necessário dividi-las por livro, visto que eles se complementam. Só é possível encontrar a felicidade se não levarmos a vida tão a sério.

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O primeiro livro “Não leve a vida tão a sério”, é um guia prático que ensina a descomplicar a vida, apresentando histórias reais que revelam como nos metemos em problemas quase sempre desnecessários.

No segundo livro “Como ser feliz apesar de tudo”, Hugh apresenta a felicidade de uma forma leve e simples, afirmando que os seus componentes são: gentileza, paz, concentração, simplicidade, perdão, humor, destemor, confiança e a disposição para viver o presente.

Separei em tópicos alguns dos ensinamentos que obtive a partir das leituras e que gostaria de compartilhar. 

1. Ser feliz sem culpa
Já percebeu que quando estamos fazendo algo que nos faz feliz, mas que não consideramos algo “produtivo”, nos sentimentos culpados? Mas o que é realmente produtivo? Apenas o que nos traz uma recompensa? Desvalorizamos a nossa saúde mental ao pensar dessa maneira. Fazer algo por nós e pela nossa felicidade é tão importante quanto fazer algo que nos gera uma renda ou coisa do tipo.

2. O medo da felicidade nos distancia dela
Quando estamos felizes, logo nos preocupamos com coisas mínimas e começamos a criar paranoias em cima de possibilidades que estão longe de se tornarem reais. Nós mesmos estamos distanciando a nossa própria felicidade e a substituindo pelo medo e pelo excesso de pensamentos negativos.

3. Não temos o controle de absolutamente nada
Sempre fui muito controladora e além de querer controlar a minha mente e os meus comportamentos, eu tentava controlar a forma como as pessoas ao meu redor agiam também. Agora eu enxergo que eu não tenho o controle de absolutamente nada e que as coisas não precisam sair do meu jeito para que eu seja feliz. Na verdade, se somos felizes só quando tudo está indo do jeito que esperamos, essa é uma felicidade enganosa.

4. Reduzir os julgamentos é necessário
Os julgamentos destroem a nós mesmos e aos outros. É possível olhar para o mundo de uma forma mais serena, livre de julgamentos. Isso é algo que interiorizamos.

5. O que temos depositado no nosso coração?
Hugh diz que o nosso coração é “depósito de gentileza e bondade”. O que nos leva a uma reflexão: O nosso coração tem sido depósito de quê?

6. O ego é autodestrutivo
O ego nos acompanha diariamente e é sustentado pela comparação. A forma como lidamos com ele é o que determina tudo.

7. Só nos resta viver o agora
Quem nunca se prendeu ao passado ou passou a maior parte do tempo criando expectativas em relação ao futuro? Eu mesma já fui esses dois tipos de pessoa, mas agora, mais do que nunca, eu consigo focar no presente e viver cada momento de corpo e alma. Eu aprendi que se esse é o tempo que estamos e é o único em que podemos fazer mudanças, por que o desperdiçar?

8. Estamos em constante mudança
“Ninguém é hoje do jeito que sempre foi. Há sempre um certo crescimento e florescimento acontecendo na vida de cada um de nós”. Essa frase já diz muito por si só.

9. Calma, calma e calma
Desacelerar, diminuir o ritmo em que estamos, faz bem para o nosso coração e para a nossa saúde mental. É somente com calma e leveza que podemos enxergar qual é o caminho que devemos seguir.

Além dos tantos ensinamentos que o Hugh nos traz, ele propõe alguns exercícios para que eles sejam consolidados. É por isso que recomendo as suas obras, elas são completas e cheias de conteúdo,  mas são leves pela forma como o autor se expressa.

ENTRETENIMENTO

Resenha: O Livro do Bem

O Livro do bem foi elaborado pelas criadoras da página “Indiretas do Bem” do Facebook, Ariane Freitas e Jessica Grecco, quecansadas de tanto negativismo e frases cruéis frequentes nas redes sociais, resolveram espalhar mais amor e alegria através de palavras gentis.

Foto por: Thatiane Caroline
Foto por: Thatiane Caroline

O Livro do bem é um livro diferente e criativo, dividido em 5 capítulos que contém playlists super legais de acordo com a temática. Ele traz, além de atividades divertidas para você fazer, frases inspiradoras. Lembra das Indiretas do bem? Então, elas continuam em vários lugarzinhos do livro.

Ele é uma ótima forma de explorar o seu autoconhecimento, pois cada página é um pedacinho de você e, sendo assim, você precisa navegar dentro de si para encontrar as respostas das perguntas que você nunca tinha feito antes.

Após quase um ano trabalhando no meu, consegui concluir esta semana e posso dizer que foi uma experiência incrível e enriquecedora. Descobri muito mais sobre a minha identidade, escrevendo sobre as minhas lembranças e sobre os meus gostos.

O que me chamou a atenção também foi que, têm várias páginas que perguntam sobre a infância, então é claro que teve a participação de familiares. Além do mais, há espacinhos reservados para as amizades, onde você pode colar bilhetes de pessoas especiais e também fotos de cada uma delas.

Foto por: Thatiane Caroline
Foto por: Thatiane Caroline

Se você tiver a oportunidade de adquirir o Livro do bem, não perca tempo. Garanto que você irá se aventurar explorando a sua melhor versão.

Agora que preenchi todo o primeiro, estou ansiosa para começar o meu Livro do bem 2. Em breve terá resenha aqui no blog!

Até a próxima!

 

ENTRETENIMENTO

10 lições que aprendi com o filme “Comer, Rezar e Amar”

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O filme “Comer, Rezar e Amar”, baseado no livro escrito por Elizabeth Gilbert, retrata a história de Liz, uma mulher de 30 anos que está tentando enfrentar as suas confusões internas. Ela sente um vazio que não pode ser preenchido com superficialidades, pois é algo espiritual. Liz, cansada de seu casamento desgastado e da sua vida sem surpresas, resolve abandonar a sua zona de conforto para explorar o mundo e a imensidão que há dentro de si.

A cada vez que eu vejo esse filme, me surpreendo por ter uma visão mais ampla sobre tudo, porque consigo extrair as lições de acordo com a situação em que me encontro na minha vida pessoal. Resolvi então compartilhar os maravilhosos ensinamentos que aprendi.

1. As respostas que buscamos estão dentro do nosso coração.
Às vezes pedimos ao Universo para que nos apresente de toda forma uma solução para os nossos problemas, mas parece que nada acontece. Quando finalmente paramos de tentar achar as respostas e seguimos a nossa intuição, elas surgem com clareza e objetividade.

2. Nunca é tarde para aprender algo novo.
Quantas vezes desejamos aprender algo novo, mas pensamos que o nosso tempo passou? Como se realmente existisse uma faixa etária ideal para desenvolver uma habilidade artística, aprender um idioma novo ou qualquer outra coisa que nos faça feliz.

3. A importância de acreditarmos em algo Superior.
Eu, particularmente, creio que para vivermos em plenitude, precisamos ter uma base que nos traz força, nos ilumine e nos transcenda. Quando nos apoiamos em algo maior do que nós mesmos, não há o que temer.

4. A sintonia num relacionamento amoroso é primordial.
Para que um relacionamento dê certo, os dois precisam estar no mesmo momento, tendo metas parecidas ou até iguais. Muitas vezes, isso acaba se perdendo no meio do caminho e o foco de um já não é mais compatível com o do outro.

5. Quando ficamos para não magoar a outra pessoa, acabamos nos sufocando.
Sabe quando sentimos que o nosso coração chegou ao seu limite, mas não queremos acabar para não fazer o outro sofrer? O que acontece é que, no fim, quem acaba sofrendo ainda mais somos nós, porque morremos todos os dias vivendo um amor que não nos traz prazer.

6. Um amor não cura o outro.
Quando saímos de uma relação conturbada, o tempo é o nosso melhor remédio.  Tempo para refletirmos sobre os nossos erros e nos reconstruirmos. Antes de sairmos nos entregando de corpo e alma a um novo amor, devemos nos certificar de que o nosso coração foi finalmente curado, não por outra pessoa, mas por nós mesmos.

7. Estarmos abertos às novidades é viver.
Penso que a única forma de não perdermos o completo encanto pela vida, é buscando nos maravilhar com coisas novas, sejam elas novas amizades, novos sabores ou novas aventuras.

8. O perdão é libertador.
O perdão é a única forma de nos libertamos de um sentimento doloroso para conseguirmos progredir. É como se fosse o que falta para nos desamarrarmos daquilo que nos traz tristeza.

9. Todos que passam pelo nosso caminho têm algo para nos ensinar.
Ninguém cruza o nosso caminho por acaso, todos vêm para lapidar o nosso ser. Sejam lições grandes ou pequenas, algo em nós fica registrado cada vez que alguém passa pela nossa vida.

10. Devemos nos permitir amar outra vez.
Os traumas passados não devem ser motivo para fecharmos definitivamente as portas do nosso coração. Se o amor chegar outra vez e nos sentirmos prontos para recebê-lo, podemos abriga-lo, sem medo, na parte mais bonita do nosso peito.


Reserve um tempinho para apreciar este filme, ele têm tantas coisas maravilhosas para te ensinar também, garanto que valerá a pena.

Até a próxima!