COMPORTAMENTO

O equilíbrio entre as obrigações e os prazeres pessoais

Perdemos tanto tempo limitando os desejos do nosso coração. É como se eles fossem esmagados pela nossa própria mente. Acredito que, muitas vezes, nos cobramos mais do que a própria vida. Sentimos sempre a necessidade de estarmos produzindo algo e, quando renunciamos a isso, passamos a nos sentirmos inúteis e, assim, geramos um sentimento de culpa.

Não estou dizendo para abandonarmos as obrigações e sairmos por aí vivendo como se não houvesse o amanhã. Calma, também não é assim. Apenas não podemos deixar as nossas obrigações diárias nos consumirem tanto a ponto de esquecermos daquilo que gostamos de fazer.

Colocarmos na balança os deveres e o que nos dá prazer é fundamental. O problema é que, na maioria das vezes, a balança pesa só para o lado das responsabilidades. É isso o que acaba com a nossa saúde mental e que anula as nossas alegrias pessoais, nos fazendo perder o encanto pela vida.

Precisamos aprender a diferenciar o que realmente é necessário e o que é pensamos que é. Antes de nos desgastarmos com coisas mínimas, as quais certamente nem lembraremos no futuro, devemos nos perguntar: Será que realmente vale a pena?

Tudo é questão de prioridades. Mesmo na correria do dia a dia, faça algo que te faz bem. Respire. A vida é com calma. Escolha viver momentos bons para obter memórias felizes, pois, no fim é isso o que nos resta, memórias.
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