COMPORTAMENTO

O desejo e o medo de viver

Quando eu ando pelas ruas, principalmente à noite, é quando eu sinto a minha sensação preferida. A cidade iluminada e movimentada me traz um sentimento bom, de liberdade. É como se algo me dissesse “há tantas coisas no mundo para você explorar” e então eu sigo, pensando no quão fascinante pode ser a vida.

Às vezes me vejo preparada para ir à busca de tudo o que almejo, mas em outras, me sinto pequena e frágil. Eu anseio pela minha independência e por conquistas maiores, mas travo quando penso que o meu futuro está em minhas mãos.

Assim como eu quero sair por aí percorrendo trilhas, respirando novos ares e experimentando novidades, eu tenho medo dos desafios que posso encontrar. É como se eu quisesse voar, mas tivesse medo de altura.

Sempre digo que o mundo é dos corajosos e, ainda que eu saiba que não devo paralisar diante das barreiras, elas me deixam apreensiva. Não sei se essa inquietação faz parte da idade ou da transição de uma fase para outra, quem sabe, é a junção das duas coisas, estou descobrindo com o tempo. O que importa é não consentir que o meu medo cesse a minha vontade de mergulhar no desconhecido.

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